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Marlene Rocha premiada em festival quer continuar a evoluir

Marlene Rocha, atriz do Grupo Teatral Freamundense GTF, recentemente premiada no  XIX Concurso Nacional de Teatro – Ruy de Carvalho, que decorreu na Póvoa do Lanhoso, com o prémio de Melhor Interpretação Secundária Feminina, pela sua representação na peça “Yerma”, afirma estar orgulhosa com a distinção e com a consagração que foi conferida ao grupo de teatro de que faz parte.

Marlene Rocha, de 25 anos de idade, afirma que a atribuição deste galardão além de fazer jus ao seu trabalho, é, também, uma distinção para o Grupo Teatral Freamundense GTF pelo trabalho que tem vindo a fazer em prol do teatro amador e um prémio que privilegia o próprio teatro amador.

“Obviamente estou satisfeita pela atribuição deste prémio, num concurso que contou com a presença de excelentes companhias, atores e atrizes que são já uma referência no teatro amador, pelo que encaro este prémio com orgulho, mas, também, com uma responsabilidade acrescida. É, sobretudo, um reconhecimento pelo trabalho que tenho vindo a desenvolver, pelo trabalho desenvolvido na própria peça”, expressou.

Falando da sua ligação ao teatro, Marlene Rocha referiu que a paixão pelo teatro surgiu logo aos dez anos de idade, andava ainda na escola, tendo posteriormente criado um grupo informal de teatro, com um grupo de amigos, designado “Circulo de Giz”, tendo realizado várias peças.

Marlene Rocha fez parte do grupo de teatro Pedaço de Nós, da Associação Pedaços de Nós, em Freamunde, e mais recentemente integrou o Grupo Teatral Freamundense GTF.

Fotografias: DR/Grupo Teatral Freamundense GTF /Facebook

Referindo-se, ainda, à importância e ao papel do teatro amador, Marlene Rocha reconheceu que este além da sua dimensão pedagógica, contribuir para a formação teatral, permitindo retratar e vivenciar modos de ser e de estar diversos, dar a conhecer e trabalhar histórias de vida.

Marlene Rocha reconheceu que o teatro amador é, também, uma forma de fazer arte, de mostrar a arte do teatro, dar a conhecer sensibilidades, contribuindo para despertar emoções e de congregar pessoas.

Questionada sobre os próximos desafios, Marlene Rocha enfatizou, que nesta fase, está focada em ajudar a promover a peça “Gandarela”, que está em cena, interpretada pelo novo elemento do Grupo Teatral Freamundense GTF, Diego Valentino, e por Marlene Rocha.

Fotografias: DR/Grupo Teatral Freamundense GTF /Facebook

“A peça tem tido uma grande afluência do público, pelo que irá manter-se em cena”, disse, encarando o teatro amador como uma aprendizagem, e não enjeitando a possibilidade de continuar a evoluir e contracenar com outros atores e atrizes com mais experiência, com o objetivo de continuar a consolidar conhecimentos e aprofundar essa mesma experiência.

Marlene Rocha defendeu, ainda, que o teatro deve apostar na aproximação à comunidade e na formação de novos públicos, nomeadamente, encetando contactos regulares com as escolas e o público juvenil.

A premiada elogiou, ainda, o trabalho que é realizado na região ao nível da produção teatral, afirmando que acompanha o trabalho da Jangada Teatro, uma das companhias de referência nesta área.

(Fotografias: DR/Grupo Teatral Freamundense GTF /Facebook)

 

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