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Nova direção da JSD Paredes tomou posse

Decorreu, esta sexta-feira, numa unidade de restauração do concelho de Paredes, a tomada de posse dos órgãos eleitos da JSD Paredes.

O evento contou com o presidente da concelhia do PSD Paredes, Ricardo Sousa, várias figuras da distrital do partido, do ex-bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães, cabeça de lista pelo Porto às eleições de 10 de março, entre outras individualidades afetas à JSD distrital e militantes sociais-democratas.

António Silva, atual líder da JSD, que substituiu Jorge Oliveira no cargo, apontou como objetivos unir o partido, numa altura em que o país vive um contexto peculiar e vai a votos para escolher um novo governo, em eleições agendadas para o dia 10 de março.

“Os nossos objetivos passam por ajudar o partido nas autárquicas, envolver os jovens, promover uma maior proximidade com estes, pugnar pelos seus interesses em áreas e domínios-chave”, disse, salientando que já fazia parte da direção de Jorge Oliveira, que tomou posse como presidente do plenário.

“Faço parte da JSD desde 2015 e sou secretário na Junta de Freguesia de Vilela”, adiantou, sublinhando que o seu mandato irá ficar marcado por várias eleições.

“Queremos envolver os jovens e motivá-los para que possam dar contributos, mas, também, combater o desemprego jovem e apresentar propostas que contribuam para fixá-los no território”, manifestou.

António Silva apontou, também, como objetivos apostar na ciência política e na literacia financeira.

Ricardo Sousa, presidente da Comissão Política Concelhia do PSD, relevou a importância do partido dispor de uma JSD dinâmica e atuante.

“Espero que o António Silva tenha um excelente mandato. O sucesso da JSD é o nosso sucesso. Iremos viver um período marcado por várias eleições e contamos com a JSD neste desafio e nestas batalhas que teremos pela frente”, frisou.

Ricardo Silva mostrou-se, igualmente, preocupado com a questão do desemprego jovem.

“Este é um tema central, um verdadeiro flagelo social, pois contribuiu para que os jovens deixem o país. Espero que no dia 10 de março a AD vença as eleições e possa delinear um nova estratégia que permita que os jovens reúnam condições para se fixaram no país. É preciso políticos competentes para definir estratégias que permitam fixar estes jovens e criar mais-valias para o país”, acrescentou.

Miguel Guimarães, antigo bastonário da Ordem dos Médicos, número um pelo Porto, reconheceu, também, a importância e o papel que as jotas e os jovens têm na democracia e na sua revitalização.

“Esta tomada de posse é um exemplo daquilo que é a vitalidade de um partido e daquilo que precisamos para o país, para que possamos reconstruir a democracia, renovar a democracia e para que esta continue viva e atuante”, expressou, sublinhando que vivemos uma fase difícil da democracia.

“A política é uma profissão nobre, mas os políticos tem de ser habituar a falar a verdade. Falar com transparência, assumir os riscos e explicar às pessoas o que significa as suas propostas e é neste debate de ideias que cumprem e cabem os critérios da verdade que deveremos sempre defender”, concretizou.

Miguel Guimarães mostrou-se, igualmente, preocupado com o aumento do desemprego jovem que afeta Portugal e com a saída de mão de obra qualificada que, assim, deixa de dar contributos nas mais variadas áreas.

“O desemprego jovem é um verdadeiro flagelo, um terço dos jovens está a sair do país e isso deve-nos efetivamente fazer pensar e arregimentar medidas no sentido de minimizar este problema social”, precisou.

 

 

 

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