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Valongo mantém presidência da Rede de Autarquias Participativas

Valongo mantém a presidência da Rede de Autarquias Participativas (RAP) que terá um mandato de dois anos, até ao final de 2025.

A lista vencedora e única candidata ao processo eleitoral é presidida pelo município de Valongo, juntamente com os municípios de Braga, Cascais, Funchal, Fundão, Guimarães, Lagoa – Açores, Lagoa – Algarve Lourinhã, Mealhada, Maia, Odemira e Torres Vedras, e a União de Freguesias de Massamá e Monte Abraão, na qualidade de Vice-Presidentes.

“Trata-se de uma equipa plural, que mantém uma aposta essencial na representação de todas as regiões do país”, refere a autarquia valonguense que destaca que esta presidência assume como desafio, entre outros, de continuar a “contribuir para o aprofundamento e a qualificação dos processos de participação a nível local, no momento em que Portugal comemora 50 Anos da Revolução de Abril de 1974”.

Citado em comunicado, o presidente da Câmara Municipal de Valongo, José Manuel Ribeiro., destacou que é “com muita honra e com um sentido de responsabilidade acrescido” que autarquia volta novamente a presidência da Rede das Autarquias Participativas.

“Vamos prosseguir a partilha de boas-práticas participativas e empenharmo-nos cada vez mais para envolver os cidadãos de todas as idades na gestão pública e no fortalecimento das nossas democracias. Só com a promoção e a execução de melhores práticas de cidadania esclarecida e informada será possível combater os populismos que ameaçam os sistemas democráticos à escala local, nacional e global”, disse.

Os membros da RAP assumiram o compromisso de reforçar o “regime democrático, contrariando as tendências crescentes de populismo e radicalização da sociedade, de notícias falsas e de afastamento das pessoas da vida política, em particular dos mais jovens”.

“ À sua escala, a Rede de Autarquias Participativas pretende contrariar estas dinâmicas, promovendo a cooperação entre autarquias de forma a ampliar os espaços de exercício da cidadania e o diálogo construtivo entre as instituições e as populações”, lê-se no comunicado que nos foi enviado.

O plano de trabalho para os próximos dois anos tem como frentes de atuação, a “criação de novas ferramentas de trabalho, a disponibilizar às autarquias, com vista à autoavaliação e qualificação dos processos participativos; produção de diversas publicações sobre metodologias de participação pública”.

O plano tem, também, como objetivos o reforço da “relação entre as práticas e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável; o incremento à criação de sistemas de participação; a capacitação dos recursos humanos das autarquias e o lançamento de um novo portal da Rede”.

A Rede de Autarquias Participativas é uma plataforma de colaboração, constituída em 3 de dezembro de 2014, que reúne um vasto grupo de membros, de todas as regiões do país.

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