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Paredenses organizam manifestação contra rede UNIR

Um grupo de passageiros paredenses, no próximo dia 3 de fevereiro, pelas 10h, no Parque José Guilherme, em frente à Câmara Municipal de Paredes, levará a cabo uma manifestação contra o serviço de transportes prestado pela rede UNIR.

 

Em causa, estão um conjunto de fatores apontados pelos passageiros paredenses que se sentem lesados, uma vez que os horários das linhas não estão adequados às suas necessidades de trabalho, de saúde e de educação.

Para estes utilizadores dos transportes da rede Unir, “o caos e a instabilidade” teve início no dia 1 de dezembro de 2023, data em que a empresa começou a a operar na região. Os passageiros queixam-se sobretudo da supressão de um horário às 6h da manhã, que os levava para o trabalho e que agora só parte às 7h20. Situação que lhes causa transtorno, uma vez que não lhe permite chegar ao trabalho antes das 8h, como habitualmente acontecia: “quem entra às 7 ou 8h da manhã no Porto não se pode dar ao luxo de sair às 7h20 de Baltar. Vivemos do nosso trabalho e do transporte que nos garante que podemos trabalhar”.

O que reivindicam é então um horário “que nos permitam chegar a tempo ao trabalho, ao politécnico e ao Hospital. Nós queremos autocarros em serviço e as frequências conforme o que a população necessita”.

Mais de um mês depois do início da operação, o drama destas pessoas continua, tal como indicam: “autocarros chegam atrasados, outras vezes não passam, alunos chegam atrasados às escolas, trabalhadores que têm de chegar tarde ao trabalho e em risco de perder o emprego. No final do dia, ao voltar para casa acontece o mesmo, nunca se sabe quando existirá autocarro, muitas vezes vão completamente cheios e há gente que fica a aguardar pelo incerto”.

Têm sido várias as tentativas e os pedidos de esclarecimento junto da  Área Metropolitana do Porto e da Câmara de Paredes, mas sem sucesso. “Não nos respondem e passam a culpa entre si. Queremos que as nossas queixas não caiam em saco roto”.

Passageiros descontentes, que acabam por depender de boleias e da ajuda de terceiros, de forma a que cheguem a horas às suas responsabilidades e compromissos diários.

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