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Artigo de Opinião | Harmonia do Casal – Nervos À Flor da Pele

Também durante a experiência do relacionamento em casal, vivido – tantas vezes – em ritmos dissonantes, em altos e baixos e, por entre, silêncios que escondem uma imensidão de emoções não partilhadas, importa destacar quais são as melhores estratégias para aliviarmos a pressão e ultrapassarmos todas estas dificuldades sem mazelas significativas

Parto da premissa de que todos os casais têm conflitos e que a vida conjugal é cercada de desafios, que, em razão de todas as exigências da atualidade, impostas pela vida bizarra, corrida e acelerada, poderão intensificar-se e deixar qualquer um de nós com os ‘nervos à flor da pele’, gerar mais facilmente tensão e levar a desentendimentos maiores numa relação amorosa.

Os múltiplos papeis assumidos, inclusive no cômputo profissional e, consequentemente, e falta de momentos a sós; as crianças e todas as responsabilidades da parentalidade, ou mesmo as cobranças com a organização do lar – são possíveis razões que estarão na base de desconforto e discussão.

A Psicologia – com abordagem familiar e de casal – visa contribuir para a otimização dos recursos da conjugalidade antes que uma relação adoeça, dando a conhecer ferramentas efetivas e maneiras mais eficazes para que uma divergência possa ser melhor encaminhada.

Por tal, também durante a experiência do relacionamento em casal, vivido – tantas vezes – em ritmos dissonantes, em altos e baixos e, por entre, silêncios que escondem uma imensidão de emoções não partilhadas, importa destacar quais são as melhores estratégias para aliviarmos a pressão e ultrapassarmos todas estas dificuldades sem mazelas significativas.

Ora veja: 

  • Respeito pela Individualidade: nem sempre o outro estará disponível para interagir e por isso, é fundamental que seja respeitado o seu tempo, espaço e ritmo próprio.
  • Comunicação Eficaz: um diálogo construtivo, a escuta ativa e uma mentalidade de rescimento farão com que cada elemento do casal se expresse e exponha as suas dificuldades e preocupações sem receio de ser mal entendido.
  • Tolerância: qualquer pequena falha do seu companheiro poderá agigantar-se e desencadear reações exageradas. Foque-se nas características positivas e evite criticar de forma automática.
  • Momentos a Dois: reserve tempo de qualidade a dois, para a descoberta do outro e para compreender o tipo de dinâmica relacional que mantêm, especialmente se tem filhos.
  • Validação das Emoções: os sentimentos da outra pessoa são válidos, não os minimize ou catastrofize. A empatia permitir-lhe-á oferecer conforto e ajudar a outra pessoa a encarar alguma fase mais delicada que possa estar a viver como um momento de aprendizagem.
  • Momentos de Lazer: rentabilizar o tempo para ler, dançar ou realizar qualquer outra atividade prazerosa será essencial para regular as emoções menos agradáveis que poderá estar a sentir. Dessa forma, lidará melhor com a frustração e será menos provável que descarregue a sua raiva no outro.
  • Horários e Tarefas: é crucial que acertem os períodos dedicados ao trabalho. Há casais que criam escalas enquanto outros preferem gerir-se pela ordem de prioridades. Definir uma lista de tarefas fixas e variáveis e decidir quem e como irão ser feitas, poderá ser igualmente uma opção válida.
  • Assuntos delicados: assuntos que, à partida, são motivo de conflito elevado – desde sempre, por vezes, deverão ser melhor geridos, e se necessário, com apoio terapêutico.

 

Boa reflexão e boas mudanças!

Por: Marina Ferreira Silva, Psicóloga Clínica e da Saúde

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