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INE adianta que “risco de pobreza baixou para 16,4% em 2021”
Fotografia: DR/INE

INE adianta que “risco de pobreza baixou para 16,4% em 2021”

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O Instituto Nacional de Estatística (INE) adianta que o número de pessoas em risco de pobreza “diminuiu em 2021, registando-se agora uma taxa de 16,4%, menos dois pontos percentuais do que em 2020. Trata-se da maior redução de sempre da taxa de risco de pobreza”.

De acordo com os dados publicados, no dia 20 de janeiro, pelo INE, “também a taxa de pobreza e exclusão social (indicador Europa 2030) atingiu o valor mais baixo deste indicador em Portugal, com menos 300 mil Pessoas em situação de risco de pobreza ou exclusão social face a 2021. Quando comparado com 2015, são menos 734 mil pessoas nesta situação”.

O inquérito às Condições de Vida e Rendimento, realizado em 2022 sobre rendimentos do ano anterior, refere que a “diminuição da pobreza abrangeu todos os grupos etários, embora tenha sido mais significativa para a população idosa (menos 3,1 p.p.); o risco de pobreza dos menores de 18 anos diminuiu 1,9 p.p. e o dos adultos em idade ativa diminuiu 1,6 p.p”.

O inquérito evidencia que o “risco de pobreza diminuiu quer para a população empregada, de 11,2% em 2020 para 10,3% em 2021, quer para a população desempregada, de 46,5% em 2020 para 43,4% em 2021”, sustentado que “as transferências sociais, relacionadas com a doença e incapacidade, família, desemprego e inclusão social contribuíram para a redução do risco de pobreza em 5,1 p.p. (de 21,5% para 16,4%), um contributo superior ao do ano anterior (4,6 p.p.)”.

Fotografia: DR/INE

Ainda de acordo com o INE, “em 2022 (rendimentos de 2021), 2 006 milhares de pessoas encontravam-se em risco de pobreza ou exclusão social (pessoas em risco de pobreza ou vivendo em agregados com intensidade laboral per capita muito reduzida ou em situação de privação material e social severa). Consequentemente, a taxa de pobreza ou exclusão social foi 19,4%, menos 3,0 p.p. do que no ano anterior”.

De acordo com os dados publicados “a desigualdade diminuiu em 2021: o Coeficiente de Gini registou um valor de 32,0%, menos 1,0 p.p. do que em 2020 (33,0%), e o rácio S80/S20, que compara a soma do rendimento monetário líquido equivalente dos 20% da população com maiores recursos com a soma do rendimento monetário líquido equivalente dos 20% da população com menores recursos, diminuiu, de 5,7 em 2020 para 5,1 em 2021”.

“Este comportamento pode ser explicado pela evolução dos decis da distribuição dos rendimentos: apenas os 30% das pessoas com menores rendimentos registaram um aumento dos rendimentos monetários líquidos entre 2020 e 2021”, lê-se na publicação que o INE partilhou na sua página oficial que sustenta que os “resultados do Inquérito, relativos a 2022, indicam ainda a melhoria das condições habitacionais dos residentes, em especial da população em risco de pobreza: a taxa de sobrelotação diminuiu 1,4 p.p.; a carga mediana das despesas em habitação foi 10,2%, inferior em 0,3 p.p. à verificada no ano anterior; a taxa de sobrecarga das despesas em habitação atingiu 5,0% da população, menos 0,9 p.p. do que em 2021”.

O inquérito esclarece que “ainda em 2022, aumentou a percentagem de pessoas que viviam em agregados sem capacidade financeira para manter a casa adequadamente aquecida (17,5%, mais 1,2 p.p. do que em 2021)”.


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