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Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar inicia greve ao trabalho extraordinário

Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar inicia greve ao trabalho extraordinário

Os Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar iniciaram, esta terça-feira, uma greve ao trabalho extraordinário, convocada pelo Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar.

Na origem desta paralisação está a “revisão imediata do índice remuneratório da carreira especial do Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar, o início do processo negocial de revisão da carreira especial dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar, assim como a valorização destes profissionais”.

O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar defende a “definição de um novo rumo para o INEM que dê efetivas respostas aos técnicos de emergência pré-hospitalar, mas, também, às dificuldades que os serviços de emergência médica atravessam”.

Esta estrutura sindical avança, ainda, num esclarecimento que partilhou na sua publicação oficial, que caso não seja dada provimento a estas reivindicações, o “aumento salarial para os técnicos de emergência pré-hospitalar a partir de janeiro de 2023 será apenas de 52 euros, sendo ultrapassados pelas carreiras de assistente técnico e operacional, ficando os técnicos de emergência pré-hospitalar com um salário base bem abaixo das forças de segurança (PSP e GNR), forças de proteção civil (sapadores florestais e força especial de proteção civil) bombeiros sapadores ou de outras profissões que trabalham na emergência médica, inclusive no INEM, com responsabilidades em todo semelhantes às dos técnicos de emergência pré-hospitalar”.

O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar informa, ainda, que a paralisação abrange todo o trabalho suplementar “independentemente de estar ou não da escala, ter sido ou não previamente aceite pelos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar”.

Fotografia: Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar

O sindicato avança que “não houve pedido de arbitragem de serviços mínimos pelo que, tal como proposto no pré-aviso”, apenas garantirá “situações de catástrofe ou calamidade”.

Esta estrutura sindical adverte, também, que “nenhum trabalhador grevista pode ser substituído, ou seja, nenhum elemento escalado em extra que adira à greve pode ser substituído, sob pena de o INEM incorrer em crime”.

“Num estado de direito democrático, o respeito pela adesão ou não à greve deve depender exclusivamente da vontade de cada um. Os Técnicos de Emergência Pré-Hospitalares que aderirem à greve estão a fazer um sacrifício pessoal para a melhoria efetiva das condições em que todos trabalhamos. Ir tapar “os buracos” dos colegas grevistas, além do prejuízo coletivo na luta por melhores condições, será um desrespeito moral pelo esforço de quem se sacrifica pelo bem coletivo”, lê-se no esclarecimento que o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar publicou.

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