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(C/VÍDEO) Motociclistas juntaram-se em Penafiel para debater viagens, associativismo, segurança e defesa dos seus direitos

Vários motociclistas juntaram-se, esta quinta-feira, à noite, no espaço Parlatório, em Penafiel, numa tertúlia que teve como objetivos abordar questões como as viagens, o associativismo, segurança e defesa dos direitos dos motociclistas.

Fernando Gomes, presidente do Motociclismo do Vale do Sousa, um dos oradores desta iniciativa, destacou, numa alusão aos temas retratados, a importância dos motociclistas se juntarem e debaterem questões que são do interesse dos motociclistas, mas, também, dos cidadãos, em geral.

“Este fim-de-semana iremos promover a Rota Motard ao São Martinho, 24.ª concentração de motociclistas pelo que esta tertúlia não poderia ser mais oportuna. Juntou-se o útil ao agradável e queremos sensibilizar os motociclistas e a comunidade, numa tertúlia que nunca se fez. Tudo o que seja para sensibilizar os motociclistas é vital. Tudo o que seja para proteção do motociclismo, o Moto Clube do Vale do Sousa estará na primeira linha”, afirmou.

Rodrigo Ribeiro, um apaixonado pelas duas rodas, ex-deputado na Assembleia da República, que se deslocou de Lisboa para participar nesta tertúlia, relevou, igualmente, a importância dos apaixonados das duas rodas se juntarem e partilharem conhecimentos e experiências sobre o universo do motociclismo.

“Há mais de 20 anos que procuro sensibilizar os motociclistas e as pessoas, de uma forma geral, para estas questões. A sinistralidade rodoviária, em especial os veículos de duas rodas, é um dos temas que tenho abordado e que me diz muito”, afirmou.

Rodrigo Ribeiro, ex-presidente do Moto Clube de Cascais, recordou que os moto clubes têm, também, uma função patriótica que passa por dar a conhecer o seu município, o seu distrito e até o seu país.

“Sabemos como somos, mas quando temos a possibilidade de nos dar a conhecer aos outros e esta concentração que vai decorrer em Penafiel é, também, um convite à comunidade para que possa conhecermo-nos um pouco melhor”, afirmou.

Gracinda Ramos, uma verdadeira apaixonada pelas duas rodas, que também participou nesta tertúlia com alguns testemunhos sobre o motociclismo, relevou, também, a importância desta iniciativa.

“Os moto clubes têm, nesta área um trabalho muito bom e podem ter um papel na sensibilização naquilo que ser os direitos dos motociclistas.  Qualquer pessoa pode andar de moto. O veículo não nos define. Os moto clubes têm esse trabalho de mostrar às pessoas que somos como os outros. Não somos melhores, nem piores”, manifestou, enaltecendo o trabalho que o Moto Clube do Vale do Sousa tem feito neste sentido e o facto de dar a conhecer à comunidade o universo e um pouco da cultura que define o motociclista.

Falando da sua paixão pelas motos, Gracinda Ramos assumiu-se que sempre usou a moto para se deslocar, conhece o universo do motociclismo e já percorreu inúmeros quilómetros quer em Portugal, quer no estrangeiro.

 “Só ando de moto, não conduzo carro, viajo muito, sou motard a cem por cento. Tenho inúmeros quilómetros feitos mas sempre de moto. Não gosto de andar de carro, não me sinto bem. Sou conhecida por percorrer o país. Conheço Portugal de cima a baixo. Gosto de viajar de mota. Conheço Espanha e 48 países”, expressou, salientando que gosta de viajar sozinha.

“Se quero ir longe, não posso depender de ninguém”, rematou.

Tó Manel, da Federação de Motociclismo de Portugal, afirmou que este evento teve apenas como objetivos juntar os motociclistas, promover a troca de ideias e experiências acerca do motociclismo e do associativismo, não tendo como metas qualquer preocupação pedagógica quanto às regras e segurança na estrada.

“As pessoas sabem que têm de cumprir com uma série de regras para viverem em sociedade. Não foi essa a intenção deste encontro. Pretendeu-se falar de uma forma informal sobre as motos, o motociclismo, o associativismo, a defesa dos direitos e interesses dos motociclistas, sobre viagens”, disse, sustentando que o motociclismo em Portugal está bem.

“O fenómeno do motociclismo surgiu nos anos 90 quando surgiu a Federação de Motociclismo de Portugal e a nossa intenção foi disseminar o associativismo pelo país e isso foi conseguido. Hoje existem clubes em todas as cidades, em aldeias, vilas e isso é muito bom porque dinamiza a atividade, o motociclismo, a região, porque os clubes trazem muitos motociclistas a visitarem as suas terras”, confirmou, sublinhando que Penafiel é uma das mecas do motociclismo em Portugal, pelas atividades que o Moto Clube do Vale do Sousa tem desenvolvido.

João Luís, proprietário do espaço onde decorreu este evento, e um apaixonado pelas duas rodas, assumiu a importância dos motociclistas se juntarem, partilharem ideias e experiências sobre o motociclismo e tudo o que diz respeito a esta atividade.

 “Sou um apaixonado pelo motociclismo e pelas das duas rodas. Desde os 18 anos que ando de moto”, expressou, esclarecendo que está ligado a um outro moto clube que não o do Vale do Sousa, embora acompanhe e esteja atento ao trabalho e às atividades que este moto clube tem desenvolvido em pol do motociclismo.

“Agora, resido em Penafiel, abri este espaço porque resolvi morar no Norte e escolhi Penafiel, por acaso, e estou a adorar a cidade e toda a zona envolvente”, manifestou.

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