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Lousada debateu exploração e o abuso sexual de crianças
Fotografia: Câmara de Lousada

Lousada debateu exploração e o abuso sexual de crianças

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A exploração e o abuso sexual de crianças esteve em debate em Lousada, numa jornada reflexiva, no âmbito do Dia Europeu da Proteção das Crianças contra a Exploração e o Abuso Sexual, criado em 2015 por decisão do Conselho de Ministros do Conselho da Europa.

Numa iniciativa da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Lousada, o presidente da CPCJ de Lousada, Jorge Garrido, realçou assinalar esta data, destacando que este é “ mais um passo para combater o crime da exploração e abuso sexual”.

“O trabalho desenvolvido é muito minucioso e extremamente sensível, muitas vezes temos de agir com “pinças””, disse .

A CPCJ local tem, atualmente, 171 processos ativos e assume-se como fundamental o trabalho em conjunto com as diversas entidades que connosco colaboram.

Citado em comunicado, Jorge Garrido, numa alusão à parceria com o município de Lousada,  que “este é um parceiro privilegiado que a CPCJ tem”.

“Temos na vereadora da Ação Social alguém muito próximo e a quem é muito fácil contactar. O mesmo se passada com as Procuradoras do Ministério Público, a quem muitas vezes recorremos”, acrescentou.

Fotografia: Câmara de Lousada

A vereadora da Ação Social, Maria do Ceu Rocha, enfatizou que “a decisão de dedicar o dia 18 de novembro à proteção das crianças contra a exploração sexual e abuso sexual resulta da campanha do Conselho da Europa “One in five” associada a um estudo que revelou que uma em cada cinco crianças na Europa é vítima de alguma forma de violência ou exploração sexual”.

“As parcerias entre instituições são muito importantes, permitindo que a conjugação de esforços entre todos os intervenientes locais, promova uma base de cooperação e consenso interinstitucional, em prol das crianças e jovens”, afirmou.

“A nível local, parece que este trabalho é facilitado pela relação de proximidade e de entreajuda entre os técnicos das várias entidades. No entanto, nunca é demais a sensibilização em relação à exploração e o abuso sexuais das crianças e à necessidade de o prevenir”, acrescentou ainda.

Nestas jornadas estiveram em debate “A linguagem da justiça – testemunho no âmbito do Ministério Público – Juízo de Família e de Menores”, palestra que teve como oradora a Procuradora da República, da Comarca do Porto Este, Elsa Castelo.

Seguiu-se o tema “A linguagem da Justiça – Testemunho no âmbito do Ministério Público – Departamento de Investigação Penal”, com a presença da Procuradora da República, Joana Arcanjo.

A tarde foi dedicada às “Boas práticas no Acompanhamento a Crianças e Jovens, vítimas de exploração/abuso sexual”, conferência que teve como palestrante Marlene Fonseca, gestora do Gabinete de Apoio à Vítima de Paços de Ferreira.

Katarina Hernández, da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto – GIIAA – Grupo de Investigação e Intervenção em Acolhimento e Adoção, falou sobre “Intervenção sensível ao trauma, com crianças e adolescentes com passado de adversidade”.


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