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António Costa esteve em Gondomar no congresso do PS Porto
Fotografia: PS Paços de Ferreira

António Costa garante que PRR está em plena execução

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O secretário-geral do PS garantiu, neste domingo, que o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) está a ser executado “a par e passo” e anunciou que, muito em breve, a Comissão Europeia deverá libertar a segunda tranche de verbas.

António Costa recordou que “muitos disseram que ia ser impossível acabar de cumprir” as verbas comunitárias previstas no PT 2020, cumprir o PRR e arrancar, ao mesmo tempo, com os fundos comunitários para a próxima década.

“Felizmente, já todos ultrapassaram esse pessimismo e agora o que apontam é a execução baixa do PRR. Como se enganaram da primeira vez, enganam-se da segunda”, vaticinou.

De acordo com o primeiro-ministro, o PRR “está a ser executado a par e passo e de acordo com o calendário” acertado com a Comissão Europeia (CE).

“Foi por isso que recebemos a primeira tranche, já apresentámos à CE o relatório demonstrativo de que já cumprimos as metas e marcos que darão lugar ao pagamento da segunda tranche e tenho a certeza de que, muito brevemente, a Comissão validará as nossas metas e marcos e procederá pagamento da segunda tranche”, sustentou.

António Costa realçou que, ainda esta semana, a Comissão Europeia referiu que “Portugal tem sido dos países com melhor taxa de execução de fundos comunitários e com menor taxa de irregularidades” e que o país tem “todas as condições para chegar ao final de 2023 e ter cumprido integralmente o PT 2020”.

No dia em que terminou a cimeira climática no Egito, António Costa destacou que este tema “tem tido atualidade todos os dias” na sua governação e garantiu a “segurança energética” do país.

“É graças a isso que 59% da eletricidade que produzimos em Portugal já é de fontes renováveis, que antecipámos em dois anos o encerramento das duas centrais de produção de carvão e hoje, apesar da crise energética, podemos dizer que as condições de segurança energética do país estão garantidas e não temos de dar passos atrás e reabrir as centrais a carvão, como outros estão a fazer”, assegurou.

António Costa reafirmou a meta, inscrita no programa de Governo, de em 2026 ter 80% da eletricidade produzida em Portugal a partir de fontes renováveis e admitiu que será necessário reforçar as verbas previstas no PRR para melhorar a eficiência energética dos edifícios no país.

“É um dos programas fundamentais do PRR, dos que tem tido maior sucesso. Tem tido tanto sucesso vamos reforçar as verbas, temos não só de produzir energia melhor, como de gastar menos energia”, defendeu.


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