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PSD/Porto exige que o Governo e a Metro introduzam medidas mitigadoras dos constrangimentos provocados pelas obras da Metro
Fotografia: Metro do Porto/DR

PSD/Porto exige que o Governo e a Metro introduzam medidas mitigadoras dos constrangimentos provocados pelas obras da Metro

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A concelhia do PSD/Porto exige que o Governo e a Metro do Porto introduzam “medidas mitigadoras dos constrangimentos provocados pelas obras da Metro”.

O PSD Porto manifesta “incompreensão pela forma como o Governo e a Metro do Porto impuseram a construção da nova ponte, sua localização e inserção na malha urbana da cidade sem ouvir o Porto e os seus representantes, e sem terem sido estudadas outras soluções”, na sequência das notícias divulgadas nos últimos dias e da reunião de ontem da Assembleia Municipal com a administração da Metro, o PSD/Porto.

O PSD Porto refere estar preocupado “com os impactos que as futuras obras da linha ruby (nova ponte/ estação no Campo Alegre/ ligação à estação da Casa da Música) e da obra para instalação da linha BRT na Avenida da Boavista (Boavista/ (Praça do Império)/ Castelo do Queijo) vão ter na cidade”, mostrando “apreensão com os atrasos da obra em curso na linha rosa (estações Casa da Música/ Galiza/ Hospital Sto. António/ Aliados) que, em muitas zonas, já leva mais de meio ano de atraso e cujo atraso implicará coincidência temporal com as obras já referidas”.

O PSP/Porto avança, na nota informativa enviada aos órgãos de comunicação social, ter “dúvidas na forma como a Metro do Porto tem gerido a comunicação da obra na linha rosa, em particular com o Município do Porto e demais entidades com responsabilidade na mobilidade e transportes”, sustentando ser “absolutamente imperioso que o Governo e a Metro do Porto tomem medidas mitigadoras dos constrangimentos que já se sentem nas obras da linha rosa e que serão ampliados quando se iniciarem as obras da linha ruby e da linha BRT da Boavista, com danos evidentes na qualidade de vida dos portuenses”.

Fotografia: Alberto Machado /foto facebook

“Obras públicas desta dimensão e desta importância têm de ter em atenção as dinâmicas de mobilidade pré-existentes, sobretudo no Porto, pela sua malha urbana, pela sua rede viária e pela carga a que essa rede viária é sujeita diariamente”, refere a concelhia do PSD/Porto que salienta que o ”que está aqui em causa são alterações significativas na mobilidade, por um horizonte temporal de cerca de três anos, com impactos negativos sobre os Portuenses e todos os que cá trabalham, estudam e visitam, que vêm prejudicado o seu dia-a-dia pela dificuldade que estes constrangimentos causam na circulação viária no Porto”.

O PSD/Porto exige do “Governo e da Metro do Porto medidas para aliviar a pressão que estas obras têm na cidade, com claros prejuízos na qualidade de vida dos Portuenses, entre as quais destacamos a possibilidade de serem introduzidas alterações nas portagens das autoestradas que circundam a cidade do Porto, que reduzam os fluxos de atravessamento do Porto; a melhoria na comunicação e na sinalização das obras em curso, que reforcem a informação junto dos cidadãos; e em articulação com o Município do Porto, a implementação de percursos alternativos dentro da cidade para reduzir os congestionamentos nas zonas de obra”.


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