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Ministério da Educação afirma que “conclusão do secundário no tempo esperado atinge o valor mais elevado de sempre”

Ministério da Educação afirma que “conclusão do secundário no tempo esperado atinge o valor mais elevado de sempre”

Os dois estudos da Direção-Geral de Estatísticas de Educação e Ciência (DGEEC) divulgados recentemente relativos ao percurso dos alunos que frequentam o ensino secundário nos cursos científico-humanísticos e nos cursos profissionais evidenciam que “conclusão do secundário no tempo esperado atinge o valor mais elevado de sempre”.

“Situação após 3 anos dos alunos que ingressaram em cursos científico humanísticos” e “Situação após 3 anos dos alunos que ingressaram em cursos profissionais” são dois estudos que permitem acompanhar o percurso dos alunos, comparando cursos, áreas de formação e os seus percursos de sucesso”, lê-se no comunicado enviado aos órgãos de comunicação social.

“Em linha com dados recentes que revelam a elevada diminuição da taxa de abandono precoce de educação e formação, a melhoria dos resultados escolares, e a diminuição das taxas de retenção, verifica-se que o desempenho dos alunos no ensino secundário tem vindo igualmente a melhorar e que, em ambas as vias de estudo, há um aumento significativo dos alunos que concluem o ensino secundário em tempo esperado, isto é, que o completam em 3 anos, sem retenções”, acrescenta a nota informativa.

O gabinete do Ministro da Educação esclarece que destes dois estudos destacam-se os seguintes aspetos: “aumento progressivo dos alunos que concluíram os cursos científico humanísticos nos três anos esperados, com especial destaque para 2020/21, que atingiu o valor mais elevado desde sempre, 76%, representando um aumento superior a 20 pontos percentuais [p.p.] em relação a 2014/15 (ano de início da série de cálculo do indicador)”.

Os estudos remetem, ainda, para “uma melhoria similar verificou-se igualmente nos cursos profissionais, em que, em 2020/21, 70% dos alunos concluíram estes cursos no tempo esperado, correspondendo também ao valor mais elevado desde sempre e a um aumento de 17 p. p. em relação a 2014/15”, salientando que “os alunos com melhores resultados no ensino secundário frequentaram, no ensino básico, o ensino básico geral ou os cursos artísticos especializados, reforçando o que anteriores estudos revelaram no que respeita ao impacto positivo de, rejeitando-se mecanismos de dualização precoce, adoção de soluções assentos em gestão autónoma e flexível do currículo, visando a inclusão e o sucesso escolar de todos os alunos”.

Fotografia: Presidência da República Portuguesa

Destes dois estudos infere-se, ainda, que “como noutros estudos, registaram-se melhores resultados nas regiões Norte e Centro. Ainda assim, há que assinalar, em comparação com os dados de 2019/20, o crescimento do indicador em todas as regiões do país, com especial destaque para o Algarve (aumento de 8 p.p. nos cursos científico-humanísticos) e para o Alentejo (aumento de 6 p.p. nos cursos profissionais)”.

Estes dois estudos evidenciam, por outro lado, os “alunos que iniciam o ensino secundário no grupo etário normal – com idade igual ou inferior a 15 anos – são os que mais terminam os cursos no tempo esperado, diminuindo as percentagens consoante aumenta a idade dos alunos, o que mais uma vez indicia que a retenção, e consequente atraso na idade de desenvolvimento dos estudos, não revela eficácia comprovada”, confirmando que “apesar dos alunos que não beneficiam da Ação Social Escolar serem na generalidade os que têm trajetórias de sucesso mais elevadas, os dados demonstram que existiu melhoria significativa em todos os alunos, sendo de destacar que os alunos do escalão A dos cursos científico-humanísticos foram os que tiveram maior aumento em relação ao ano anterior (9 p.p.) e nos cursos profissionais foram os alunos do Escalão B que registaram a percentagem mais elevada de conclusão (72%), o que sublinha a importância da consolidação das políticas de equidade têm vindo a ser desenvolvidas no âmbito da educação”.

O Ministério da Educação manifesta que “estes dados atestam ainda a importância da diversificação das ofertas de educação e formação no ensino secundário, refletindo o investimento que tem vindo a ser feito neste nível de ensino em Portugal, e o sucesso continuado e sustentado das políticas e das práticas localmente desenvolvidas pelas escolas e pelos professores para a melhoria dos resultados. O facto de ser ainda no ensino secundário que se encontram os principais focos de exclusão justifica a continuidade deste investimento e uma ação especialmente centrada neste nível de ensino”.

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