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Augusto Santos Silva vai estar presente no centenário da morte do Conselheiro António Cândido, em Amarante

Augusto Santos Silva vai estar em Amarante na próxima semana

Amarante está a organizar a evocação do centenário da morte do Conselheiro António Cândido e convidou para a sessão solene do evento o Presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva. A sessão soene acontecerá no dia 19 de outubro por volta das 14 horas no Claustro do Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso.

Personagem marcante na história amarantina o Conselheiro António Cândido foi um professor e político português, que no seu tempo ganhou fama de extraordinário orador parlamentar, ficando conhecido por “A Águia do Marão”.

Primeiramente destinado à vida eclesiástica, frequentou o curso de Teologia no Seminário Conciliar de S. Pedro de Braga de 1867 a 1870, que concluiu em Maio de 1871. Não foi porém ordenado sacerdote e, em vez disso, inscreveu-se Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra onde se viria a licenciar em Direito e também em Teologia, tendo ainda sido nomeado professor catedrático em 1881.

Esteve ligado ao grupo dos Vencidos da Vida, juntamente com Eça de QueirósRamalho OrtigãoOliveira MartinsGuerra Junqueiro, entre outros.

Exerceu diversificados papéis na vida pública. Como político, filiou-se no Partido Progressista, pelo qual foi deputado nos mandatos de 1880-1881, 18841887 e 1887-1889. Em 1888 abandonou o seu partido por discordâncias políticas, exercendo então o cargo de Procurador Régio, para que antes havia sido nomeado. Em 1890, porém, regressou ao seu partido. Foi um defensor da descentralização administrativa e da representação proporcional, dando relevo ao papel das minorias.

Foi Ministro do Reino em 1890-1891, conseguindo sufocar a Revolta de 31 de Janeiro de 1891 e procedendo, depois, serenamente ao apuramento de responsabilidades. Foi nomeado Par do Reino em 1891, tomando assento na respectiva Câmara, de que foi eleito presidente em 1905.

Foi também presidente da Academia Real das Ciências.

Quando da Revolução de 5 de Outubro de 1910, exercia igualmente, desde 1898, o cargo de Procurador-Geral da Coroa, do qual foi afastado pela República, sucedendo-lhe então Manuel de Arriaga como Procurador-Geral da República. Abandonou em seguida a vida política, colaborando na imprensa monárquica.

A 13 de Março de 1902, sendo Conselheiro de Sua Majestade Fidelíssima, Par do Reino, Procurador-Geral da Coroa e Fazenda e Ministro de Estado Honorário, foi-lhe ainda concedido o título de Conselheiro de Estado.

Foi homenageado com uma estátua em Amarante.

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