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Número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2 com tendência estável a nível nacional

Número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2 com tendência estável a nível nacional

A Direção-Geral da Saúde (DGS) e o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) destacam no relatório de Monitorização da Situação Epidemiológica da Covid-19 que o “número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2 / Covid-19, por 100 000 habitantes, acumulado nos últimos 7 dias, foi de 179 casos, com tendência estável a nível nacional”.

“A epidemia de COVID-19 manteve uma incidência elevada, com possível inversão da tendência decrescente observada nas últimas semanas. O número de internamentos por COVID-19 e a mortalidade específica apresentam uma tendência estável”, lê-se no respetivo relatório que adianta que deve ser “mantida a vigilância da situação epidemiológica da COVID-19, recomendando-se a manutenção das medidas de proteção individual, a vacinação de reforço e a comunicação frequente destas medidas à população”.

O documento declara que a “maioria das regiões de saúde apresenta uma inversão da tendência decrescente observada nas últimas semanas”, salientando que o  “R(t) apresentou um valor acima de 1 a nível nacional e na maioria das regiões, o que indica uma tendência crescente de novos casos”.

Ainda de acordo com a DGS o “número de pessoas com COVID-19 internadas em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) no continente revelou uma tendência estável, correspondendo a 14,1% (no período anterior em análise foi de 15,3%) do valor crítico definido de 255 camas ocupadas”.

Fotografia: DGS

A autoridade de saúde nacional afirma que a “razão entre o número de pessoas internadas e infetadas foi de 0,31, apresentando uma tendência crescente”, sustentado que a “linhagem BA.5 da variante Omicron continua a ser claramente dominante em Portugal, apresentando uma frequência relativa estimada de 94% na semana 33 (15/08/2022 a 21/08/2022)”.

“ Esta linhagem tem revelado uma maior capacidade de transmissão, a qual é potencialmente mediada por mutações adicionais com impacto na entrada do vírus nas células humanas e/ou pela sua capacidade de evasão à resposta imunitária”, acrescenta o relatório que sublinha que a “mortalidade específica por COVID-19 (8,1 óbitos em 14 dias por 1 000 000 habitantes) estabilizou”.

Já a “mortalidade por todas as causas encontra-se dentro do esperado para a época do ano, o que indica o término do período de excesso de mortalidade que decorreu”.

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