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(C/VÍDEO) CHTS promove encontro científico “Dar voz à Dor”

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Decorre hoje e esta sexta-feira, no auditório do Centro Cultural de Amarante, o encontro científico “Dar voz à Dor”, numa iniciativa organizada pelo Serviço de Medicina Interna do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS).

José Ribeiro, enfermeiro diretor do CHTS, destacou, em declarações ao Novum Canal, que a Direção Geral de Saúde tem investido bastante nesta área e do ponto de vista do suporte científico, também, tem existido uma evolução significativa.

“Neste âmbito temos criado equipas específicas para responder às necessidades dos doentes com dor aguda, o pós-operatório, por exemplo, equipas especificas para responder à dor crónica através da consulta externa, mas, também, ao nível dos cuidados paliativos, através da criação de uma equipa específica. Há todo um trabalho que é bem visível a favor dos doentes e, hoje, dispomos, de uma maior capacidade de resposta por parte dos profissionais para que os doentes tenham uma qualidade de vida mais adequada”, disse.

“Falamos da questão da intervenção farmacológica, mas no caso da enfermagem orientamos para as intervenções não farmacológicas possam usufruir disso e minimizar a sua dor”, adiantou.

O presidente da Secção Regional Norte da Ordem dos Enfermeiros, João Paulo Carvalho, destacou que urge, também, dar voz à dor dos profissionais.

“Passamos por muitas dificuldades, os enfermeiros têm uma carga elevada de trabalho e chegam ao fim do torno com dor. É vital perceber que a dor limita algumas práticas. Dou os parabéns ao CHTS pelo facto de terem tido a vontade de fazer coisas e melhorar práticas no dia-a-dia”, disse reconhecendo que a dor limitativa fomenta o absentismo.

“Viver com dor não é uma situação fácil. E temos de ter mais ferramentas para limitar a dor”, explicou.

Ana Reis, vereadora da Câmara de Amarante, avançou que é fundamental passar a olhar para Amarante como uma cidade em que se faz ciência.

“É fundamental fazer encontros científicos na área da saúde no concelho”, concordou, reconhecendo o investimento que tem sido feito no CHTS, mas admitindo que o investimento no São Gonçalo, em Amarante, está aquém das expetativas.

“Temos um Hospital de Amarante que está capacitado para muito mais do que aquilo que é feito e temos todos essa noção. Existe sempre a questão da distância, mas estamos a falar de questões que são ultrapassáveis. Todos os profissionais estão disponíveis para trabalhar em Amarante, tem é que haver mais investimento no nosso hospital” avançou.

Já o presidente do CHTS, Carlos Alberto Silva relevou a importância da temática da dor.

“Quero felicitar a organização pela valorização dos profissionais e pela discussão deste tema que permite uma melhor resposta à comunidade. Nesta área da dor, realizamos um investimento significativo. A aposta foi bem-feita e estamos no caminho certo do conhecimento mais aprofundado. Tratamos um conjunto mais alargada de patologias e os nossos utentes já não necessitam de se deslocar ao Porto”, acrescentou.


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