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Falta de carteiros no Grande Porto levou sindicato a fazer ação pública

Falta de carteiros no Grande Porto levou sindicato a fazer ação pública

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT) afirmou que faltam mais de 200 carteiros no Grande Porto, numa ação pública em que denunciou que os trabalhadores que saem dos CTT não são substituídos.

Hoje decorreu uma acção pública no centro da cidade do Porto, entre a Praça da Trindade e a Praça General Humberto Delgado em que o representante do SNTCT, José Sá, revelou à agência de notícias Lusa que “o que se passa no distrito do Porto é que, precisamente, os trabalhadores que vão embora da empresa não são substituídos”. Numa missiva entregue durante a acção levada a cabo pelo sindicato é referido que “são necessários mais de 200 carteiros só no Grande Porto, sendo que 20 estão em falta no Porto, 15 na Maia, cinco em Ermesinde (Valongo), cinco em Vila Nova de Gaia, cinco em Gondomar, quatro em Rio Tinto (Gondomar) e quatro em Santo Tirso”.

Segundo o sindicato, estes locais são alguns “em que, durante todo o ano, se podem verificar atrasos na entrega de correspondências de duas ou mesmo mais semanas, incluindo todo o tipo de objetos postais”.

Fotografia: DR

Ainda segundo fonte sindical “a empresa ia colmatando estas falhas com contratos a termo certo, com agenciamentos, mas na verdade não resulta, porque quem aceitou fazer agenciamentos já não consegue, por aqueles valores, trabalhar”, como revelou o sindicalista José Sá.

Para o responsável SNTCT, as causas nas falhas do serviço dos CTT apontadas pelo sindicato “fundamentalmente residem na diminuição de efetivos. A empresa nunca cuidou de substituir os que se aposentavam, os que iam saindo do serviço ou que se despediam, e agora está numa situação muito delicada”.

Ainda segundo revelou José Sá, a própria empresa “reconhece que é difícil recrutar”. O sindicalista referiu que atualmente “não é apelativo ir trabalhar para o correio, pois o ordenado é o mínimo nacional e o trabalho é pesadíssimo”.

“A maior parte dos jovens que ficam por cá, alguns dos que ficam e que gostam de cá trabalhar, é porque gostam muito de ser carteiros. Efetivamente é só por aí, porque nada mais cativa para vir trabalhar para os CTT”, concluiu.

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