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(C/VÍDEO) Alberto S. Santos marcou presença na 46.ª edição da Feira Internacional do Livro de Buenos Aires

Alberto S. Santos participou na 46.ª edição da Feira Internacional do Livro de Buenos Aires, na Argentina

O escritor penafidelense Alberto S. Santos marcou presença na 46.ª edição da Feira Internacional do Livro de Buenos Aires, na Argentina, certame literário que esteve interrompido devido à Covid-19 e que regressou, agora, de forma presencial.

Fotografia: Alberto S. Santos

O autor penafidelense marcou presença neste certame na primeira feira do livro pós pandemia com duas obras “Amantes de Buenos Aires” e “La Profecía de Estambul”.

Durante a sua estadia em Buenos Aires, Alberto S. Santos esteve, também, na mítica livraria El Ateneo Grand Splendid, onde foi surpreendido com uma pilha de livros à entrada, de La Profecía de Estambul!

Fotografia: Alberto S. Santos

O escritor destacou, em declarações ao Novum Canal, que a edição do segundo livro (“La Profecía de Estambul”) ocorreu no mês passado, tendo sido desafiado pela sua editora argentina a apresentá-lo na sua livraria de Buenos Aires.

Fotografia: Alberto S. Santos

“Acabei de editar o segundo livro na Argentina, pela Editora sul-americana El Ateneo, que distribui os seus livros neste país, e ainda no Paraguai e no Chile. O primeiro (“Amantes de Buenos Aires”) foi ali editado em 2021, mas nessa ocasião, como se sabe, estava o mundo em plena pandemia e, por isso, não se realizou a Feira do Livro de Buenos Aires. A edição do segundo livro (“La Profecía de Estambul”) ocorreu no mês passado, pelo que a minha editora argentina convidou-me a apresentá-lo na sua fantástica livraria de Buenos Aires (“El Ateneo Grand Splendid”), considerada pelo The Guardian como a segunda mais bela do mundo, no dia 13/05, e igualmente na Feira do Livro desta cidade, no dia seguinte”, disse.

Fotografia: Alberto S. Santos

Alberto S. Santos realçou que o feedback das pessoas foi o melhor, com os leitores e até os órgãos de comunicação social a evidenciarem conhecer a sua obra e os seus livros.

 “Aquando da edição do primeiro livro, fiz várias sessões online para os leitores argentinos, e já tinha percebido do interesse que a obra granjeou. Tal como através das redes sociais, com as interações que iam recebendo. Por isso, quando agora fui presencialmente, percebi que já conheciam o autor, quer os leitores quer os meios de comunicação social, pelo que a interação foi excelente”, frisou, reconhecendo que a Feira Internacional do Livro de Buenos Aires é uma das maiores feiras internacionais.

Fotografia: Alberto S. Santos

”Impressionante mesmo. Nunca tinha visto tanta gente apinhada à volta dos livros. E filas intermináveis para entrar no recinto. Para se ter uma ideia, a circulação de gente era como a das noites concorridas da Agrival. Mas não admira, porque o que efetivamente mais me surpreendeu foi a cultura de leitura dos argentinos. Para se ter uma ideia, em Buenos Aires, existe praticamente uma livraria por cada uma ou duas quadras. Incrível”, afirmou.

Alberto S. Santos confirmou, ainda, ter ficado visivelmente agradado pelo facto dos leitores conhecerem a sua obra.

“Muito embora tenha acabado de editar a segunda obra, naquele país, como referi, a primeira granjeou já bastantes leitores que, acredito, muito deles se poderão fidelizar para esta nova obra, e aparecerão mais. Pelo menos, foi a ideia que a editora me transmitiu, pretendendo, por isso, que volte à Feira, no próximo ano”, adiantou, sublinhando que a sua participação neste certame literário internacional  serviu, igualmente, para trocar impressões com a comunidade de leitores.

Fotografia: Alberto S. Santos

“Sim, à parte a apresentação oficial na livraria El Ateneo Grand Splendid e a sessão na Feira da Livro de Buenos Aires, a editora organizou igualmente uma sessão naquela livraria, apenas para algumas dezenas dos leitores que manifestaram interesse em estar presentes numa conversa mais informal com o autor, e fazer perguntas. Que, aliás, partilharam nas suas redes sociais”, avançou, admitindo que a participação neste evento cultural, frequentado por milhares de pessoas, faz aumentar as possibilidade de entrar e dar a conhecer a sua obra, também, no mercado literário da América do Sul.

“Naturalmente, espero que sim. Como referi, a editora está preparar a distribuição do livro para os países vizinhos, nos quais a variante da língua espanhola é parecida à argentina”, atalhou, precisando que há cada vez mais escritores a marcaram presença noutros certames na América Latina.

“Nesta feira em particular, apenas dei conta de uma homenagem a José Saramago, com a presença de Pilar del Rio. Mas sei que autores portugueses têm marcado presença nas feiras do livro de Bogotá, Gudalajara e em algumas outras brasileiras”, precisou, defendendo a existências de políticas que permitam dar a conhecer trabalhos e obras de autores portugueses nesta parte do mundo.

“Naturalmente que sim. Esse é uma missão que cabe, desde logo, ao Instituto Camões, nas ajudas que dá à tradução das obras para estes mercados, o que permite às editoras locais terem condições para arriscarem um autor português, muitas vezes desconhecido naqueles meios. Por isso, agradeço ao Instituto Camões esse importante ajuda e aposta, no primeiro livro. E à Embaixada de Portugal na Argentina por ter colaborado na criação de meios, em articulação com a editora, para a minha presença naquela Feira do Livro”, acrescentou, esclarecendo que para além de Portugal, a sua obra está editada na “Polónia, na Argentina e na Espanha”.

O escritor declarou, ainda, que as “editoras destes últimos países normalmente distribuem os livros nos noutros de língua espanhola”.

Fotografia: Alberto S. Santos

“Cheguei a encontrar livros meus da edição espanhola em livrarias do Uruguai e da Argentina”, afiançou, esclarecendo que “uma editora espanhola acabou de comprar os direitos sobre todos os seus romances, que irá começar a editar neste país”.

“Até agora, só estava editado “La Esclava de Córdoba”. Mas gostaria de, em breve, editar em França e no Brasil”, manifestou, garantindo que curto, médio prazo, deseja “continuar a editar um romance em cada 2/3 anos”.

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