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Movimento de Doentes pela Vacinação adverte para aposta na prevenção

ACES do Baixo Tâmega promove vacinação em Casa Aberta para maiores de 45 anos

Na Semana Europeia da Vacinação, o Movimento  de Doentes pela Vacinação (MOVA) lembra que a vacinação representa ganhos quantitativos e qualitativos, transversais à sociedade.

O movimento destaca, em comunicado, que “no caso de doenças graves como a Pneumonia pode ser feita em qualquer altura do ano.  Para além da proteção individual que confere, a imunização é um investimento em saúde pública e uma preocupação que devemos ter ao longo da vida”.

“Seja através do PNV ou de vacinas recomendadas pelos médicos assistentes, a prevenção de doenças graves deve ser uma prioridade em todas as faixas etárias, uma preocupação que devemos começar a ter logo nos primeiros meses e que só deve terminar no final de vida”, frisa o movimento que destaca que “são muitas as doenças graves que já podemos prevenir através da vacinação. Mortes, morbilidades e sequelas desnecessárias, evitáveis por imunização”.

De entre as varas doenças evitáveis, a MOVA aponta a pneumonia.

“Grave e potencialmente fatal, mata uma média de 16 pessoas por dia no nosso País. Segundo os dados recolhidos no Pneumoscópio, a Pneumonia mata uma média de 16 pessoas por dia, uma a cada 90 minutos. Podemos preveni-la em qualquer idade e em qualquer época do ano”, refere o comunicado que destaca que nunca, como hoje, se falou tanto de prevenção.

Fotografia: MOVA

“Grupos de risco como pessoas a partir dos 65 anos e quem, independentemente da sua idade, sofre de doenças crónicas, devem estar particularmente protegidos”, alude o movimento.

A Mova  relembra que a “vacinação antipneumocócica está recomendada pela Direção-Geral da Saúde a todos os adultos pertencentes aos grupos de risco – pessoas com doenças crónicas como diabetes, asma, DPOC, outras doenças respiratórias crónicas, doença cardíaca, doença hepática crónica, doentes oncológicos, portadores de VIH e doentes renais”.

O mesmo movimento recorda que a vacinação é “gratuita para as crianças e alguns segmentos de adultos, para quem já se encontra em PNV, e é comparticipada pelo estado em 37% para a restante população. A sua eficácia está comprovada em todas as faixas etárias, incluindo na prevenção das formas mais graves da doença”.

“Quatro anos passados sobre a sua fundação, o Movimento Doentes pela Vacinação tem proteção dos grupos de risco através de imunização uma das suas grandes causas. Composto por especialistas e associações de doentes, o movimento de cidadania apela à acessibilidade da vacina a pessoas que se encontrem em situações de maior fragilidade”, lê-se na nota à imprensa que sublinha que “a vacinação ao longo da vida é um dos objetivos do Mova”.

A Mova reforça que o “movimento de cidadania fundado há quatro anos pela Respira, com o apoio da Fundação Portuguesa do Pulmão e do GRESP, é composto por um total de 15 entidades que incluem a Liga Portuguesa Contra a Sida, a Associação Portuguesa de Asmáticos, a Associação Portuguesa de Insuficientes Renais, a FPAD – Federação Portuguesa das Associações de Pessoas com Diabetes, a Liga Portuguesa Contra o Cancro, a AADIC – Associação de Apoio aos Doentes com Insuficiência Cardíaca, a APER – Enfermeiros de Reabilitação, a ANTDR – Associação Nacional da Tuberculose e Doenças Respiratórias, a Pulmonale, a Associação Portuguesa de Luta Contra o Cancro do Pulmão, a Europacolon Portugal – Apoio ao Doente com Cancro Digestivo, a MYOS – Associação Nacional Contra a Fibromialgia e Síndrome de Fadiga Crónica e a Associação Ares do Pinhal”.

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