Novum Canal

mobile

tablet

Disponibilizados 400 mil euros para projetos de apoio a consumidores endividados

Terceira vaga da pandemia agrava défice em 2504 milhões de euros nos dois primeiros meses do ano

Partilhar por:

A terceira vaga da pandemia agravou o défice em “2504 milhões de euros nos dois primeiros meses do ano”.

Segundo  o Gabinete do Ministro de Estado e das Finanças, a “execução orçamental em contabilidade pública das Administrações Públicas (AP) até fevereiro registou um défice de 1 153 milhões de euros, um agravamento homólogo de 2 504 milhões de euros explicado pelo impacto das medidas de confinamento para travar a propagação da pandemia”.

O mesmo gabinete esclarece que a “degradação do défice traduz a significativa contração da receita (-11,8%) e o forte crescimento da despesa primária (+6,9%), reflexo dos impactos negativos na economia (como evidencia a redução da receita fiscal e contributiva) e das medidas extraordinárias de apoio a famílias e empresas”.

O Governo avança, em comunicado, que receita de impostos e contribuições recuou.

Conselho de Ministros aprova a Estratégia Nacional Anticorrupção 2020-2024

“Na sequência do abrandamento da atividade económica, a receita fiscal recuou 17,4%, com a generalidade dos impostos a evidenciar quebras, destacando-se a redução de 12,7% do IVA em termos comparáveis (ajustada do efeito dos planos prestacionais e da prorrogação de pagamento até 31 de março). As contribuições para a Segurança Social reduziram-se 2,2%. Segurança Social e SNS levam a aumento de 6,9% da despesa A despesa primária cresceu 6,9%, incorporando o significativo crescimento da  despesa da Segurança Social (+13,5%, +578 M€). Excluindo as medidas específicas no âmbito da Covid-19, destacam-se os acréscimos na despesa com prestações sociais (6,5%) sobretudo com Prestações de Desemprego (37,8%)”.

A nota à imprensa constata que a “despesa do SNS cresceu a um ritmo recorde de 10,5%, principalmente pelo aumento muito elevado das despesas com pessoal (10,1%). Este aumento resultou em grande parte do reforço expressivo do número de profissionais de saúde em 8% (+10 786 trabalhadores face a fevereiro de 2020), tendo atingido um máximo histórico a nível global e nas principais carreiras. Refira-se ainda o significativo aumento de 64,6% da despesa com investimento no SNS”.

O gabinete do Ministro realça que “os salários dos funcionários públicos aumentaram 4,4% refletindo as contratações de pessoal e os encargos com valorizações remuneratórias, destacando-se o aumento de 5,8% da despesa com salários dos professores. Despesa com medidas extraordinárias de apoio às famílias e empresas supera os 1000 milhões de euros”, sendo que “nos dois primeiros meses do ano, a despesa total com medidas extraordinárias Covid-19 de apoio às empresas e às famílias ascendeu a 1 091 milhões de euros”.

Já as medidas de apoio às empresas e ao emprego somaram “663 milhões de euros, destacando-se o programa Apoiar (345 milhões de euros), o lay-off simplificado (135 milhões de euros) e o apoio extraordinário à retoma progressiva de atividade (116 milhões de euros)”.

Do lado da receita, nos dois primeiros meses do ano, as medidas de prorrogação de pagamento de impostos, suspensão de execuções fiscais e isenção da TSU – medidas que apoiam a tesouraria das empresas e ajudam ao rendimento das famílias – ascenderam a cerca de 438 milhões de euros”, acrescenta a nota à imprensa que informa que os pagamentos em atraso no SNS “recuaram 131 milhões de euros”.

“Os pagamentos em atraso reduziram-se em 120 milhões de euros face a fevereiro de 2020 explicado pela diminuição dos pagamentos em atraso no SNS em 131 milhões de euros”, acrescenta a mesma nota.


Partilhar por:

SIGA-NOS NAS REDES SOCIAIS!

Receba todas as novidades!

Subscreva a nossa Newsletter

SIGA-NOS NAS REDES SOCIAIS!

Ajude o Jornalismo Regional

IBAN: PT50 0045 1400 4032 6005 2890 2
Caixa de Crédito Agrícola Mútuo

Obrigado!

Estamos a melhorar por si.
Novum Canal, sempre novum, sempre seu!