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Presidente da CIM Tâmega considera que Programa de Estabilização é mais um instrumento para economia da região crescer

O presidente da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM), Gonçalo Rocha, considerou, hoje, em declarações, ao Novum Canal, globalmente positivo Programa de Estabilização Económico Social apresentado recentemente pelo Governo, afirmando que este irá funcionar como um veículo para o relançamento da economia e de vários setores da atividade económica e social, na sequência da crise sanitária que continua a atingir o país.

Gonçalo Rocha aproveitou para esclarecer que um dos temas que foi precisamente abordado no encontro entre os autarcas da CIM Tâmega e Sousa e a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, para além dos investimentos na região, foi a necessidade do Governo continuar a fomentar o apoio à atividade económica, estando prevista, no âmbitos das medidas já implementadas pelo Governo na área da proteção ao emprego, uma verba que garanta a salvaguarda dos postos de trabalho.

Em matéria de políticas de emprego e de proteção do emprego, o responsável pela CIM do Tâmega e Sousa garantiu mesmo que o Lay-off, não sendo um instrumento permanente, tem funcionado como uma almofada para muitas famílias e empresas que  viram a sua atividade e os postos de trabalho afetados com o decorrer da crise sanitária.

Ao Novum Canal, Gonçalo Rocha reconheceu que o turismo foi dos setores maia fustigados nesta fase, ainda que existem sinais de retoma na região, nomeadamente ao nível do alojamento local, onde começa a existir alguma procura.

Fotografia: CIM Tâmega e Sousa

O presidente da CIM Tâmega e Sousa manifestou, também, esperança que as linhas de apoio já anunciadas para Portugal venham ao encontro das empresas e que os apoios contemplem o investimento público, com resultados positivos para a economia.

“Os municípios querem fazer investimento público de forma que a região não pare. Existem setores vitais que não podem continuar em lay-off até porque isso seria incomportável para o Estado e a própria Segurança Social. A economia precisa de crescer”, sustentou, sublinhando que a par da crise sanitária, a economia necessita de continuar a prosperar, minimizando os efeitos do desemprego que, acrescentou, era expectável que viessem a disparar, nesta fase.

“Cabe-nos a nós encontrar soluções que possam minimizar este problema”, confessou.

Falando da reunião com a ministra da Coesão Territorial, o presidente da CIM do Tâmega e Sousa e também presidente da Câmara de Castelo de Paiva relembrou que o encontro teve como propósito avaliar a execução dos investimentos comunitários que têm vindo a ser realizados no território, nomeadamente no âmbito do Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial (PDCT) do Tâmega e Sousa e das estratégias locais de regeneração urbana – Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) e Plano de Ação de Regeneração Urbana (PARU).

O responsável pela CIM do Tâmega e Sousa esclareceu que no encontro com a ministra foi abordado, também, a questão da reprogramação em curso dos fundos europeus com vista a dar resposta à situação epidemiológica provocada pela pandemia de COVID-19 e ao seu impacto social e económico, tendo os autarcas identificado as principais prioridades, bem como apontado algumas soluções para criar sinergias e, em conjunto, acelerar a execução dos fundos europeus destinados à região.

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