Sábado, Março 28, 2020
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Autarca de Paços de Ferreira reforça que empresas devem adotar condições de segurança e proteção

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Portugal entrou, hoje, na fase de mitigação da pandemia do novo Coronavírus, o período mais perigoso, onde não é possível controlar o contágio. Assim, a única forma de interromper as cadeias de transmissão passa por reduzir, drasticamente, os contactos sociais.

A pandemia está a alastrar no concelho de Paços de Ferreira e “começa a ficar disseminada na comunidade. As fontes de contágio já não se conseguem identificar”, alerta o município, que já regista 20 pessoas infetadas.

Humberto Brito, presidente da autarquia, deixou uma mensagem nas redes sociais a lamentar “que por falta de civismo e responsabilidade hajam concidadãos nossos que vão morrer” , questionando “como é possível haverem cafés abertos e empresas a trabalhar sem o mínimo de condições de segurança, higiene e proteção para os seus trabalhadores”.

“Continuarei a denunciar às entidades competentes todos os casos que me façam chegar. Não se brinca com a vida dos outros”, alerta o autarca, referindo que “todos os que desvalorizaram e desvalorizam a atual situação pandémica e são totalmente irresponsáveis, espero que nunca lhes pese na consciência as mortes que vão acontecer e que podem acontecer na próprias famílias”.

O presidente da autarquia menciona que “talvez aí percebem, mas talvez aí seja tarde demais. Nem com as imagens de milhares de infetados e mortos que chegam todos os dias de Itália e Espanha”.

Humberto Brito reforçou o pedido para que todos fiquem em casa e “não ponham em risco a vida dos outros”, deixando um agradecimento. “Aos que adotaram comportamentos de grande cidadania e respeito por si e pelos outros, o meu sincero obrigado. Bem hajam e que Deus nos proteja”, terminou.

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